Zé Qualqué

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15/03/2004 12:39

Bombástico: O endereço deste quase-blog absolutamente deixado às moscas passa em breve para

http://zequalque.zip.net

Breve, nota oficial de fechamento saída deste Medíocre do provedor do cachorrinho, em todos os aspéctos!
enviada por Zé



16/01/2004 16:43
Aviso: este é um post mais pessoal que o normal. Sei que não adianta pedir, mas falem algo a respeito. Sei que meus parcos leitores podem!

Prezados RUYAs e amigos sem nomenclatura própria,

Gostaria de comunicar o meu desligamento do Portal do Cachorrinho nesta sexta-feira, dia 16 de janeiro. Os motivos são simples, inda que profundos, e se você me conhece, deve imaginar alguns. Em primeiro lugar, devido a sucessivos problemas de saúde. Cara, depois de pegar pneumonia, fiquei com medo!

O segundo, creio que seja mas subjetivo. O Cachorro tem uma estratégia, talvez como muitas empresas “modernas”, de usar ferramentas de marketing e propaganda, não só para o público, mas com os funcionários. Diria que ficam travestidas em táticas motivacionais, a nomenclatura não importa. O fato é que mesmo pessoas experientes abrem mão de certas condições de trabalho, por influência da imagem que se cria e de que mesmo elas fazem parte.

Por outro lado, não poderia culpar completamente a empresa do Cachorro, pois se me arrebentei de trabalhar, é por uma responsabilidade não só com o portal, mas com o MEU trabalho, antes de tudo.

Eu sei que sou chato, caxias, perfeccionista e o kct a 4, mas há muitas pessoas como eu aqui. Gente que realmente gosta de trabalhar – ou, como disse a Adilia, “gosta de estar onde as idéias fervilham”. Mas há muitas pessoas que não tem muito para onde correr, ou sequer para onde olhar, a procura de novas alternativas. “O mercado” está difícil, eu sei. Todos sabemos... Foda-se o mercado. Viva a N.A.S. Co!

Posso parecer um pouco crítico demais, mas acho sim que há um crônico desrespeito com a mão-de-obra especializada deste que vos escreve, e de tantos outros. Isso sem falar nos apadrinhamentos, lambujas, Q.Is e quetais. Cá entre nós, é foda trampar com um monte de moleque que acha super moderno trabalhar de sandália de plástico ou de bermuda, e no entanto recebe uma merreca e nem faz idéia de que somos todos explorados até o mais fundamental direito trabalhista, a folga do Domingo, dia do senhor!

Desculpem o achismo deste post, estou contrariando o que preguei na postagem anterior, mas queria algo além de: “Boa, Zé, dá no Caio que ele é um otário, mesmo!”. Eu sei que o Caio é um cabeçudo (he-he-he). Mas como já dizia o sábio: “quando você olha para o abismo, o abismo olha para você”. Eu li isso num gibi, se não me engano na série Guerra Infinita, da Marvel :-). Acho que é do Nietzsche ou do Goethe, não estou certo...

Sem mais,

Pau no cu do cachorro!
Viva a minha pneumonia!
Viva a CLT, ou o que restou dela!
Viva Frodo Bolseiro!
Viva Mark Rein bolinha Hagen (ou seja lá como se escreva!)
Pau no cu do Spock, aquele tratante!
Viva a DP!
Eu amo vcs, mas não aperto mais a mão do Caio nem do Celinho!

Z

P.S: Sabia que era paia! Celinho, seu amarelo safado!

enviada por Zé



30/12/2003 11:21
Para dois amigos

Lembro que havia um propósito neste quase-blog. Era algo como lembrar o exercício de mediocridades que é a maioria dos blogs por aí. “Por que diabos – pensava – teria eu interesse em ler o que você, leitor e cultivador de blogs, faz ou deixa de fazer em sua vida?” A resposta é muito simples: "Não quero saber!" Eu não quero saber se você foi a um bar, rompeu seu namoro, fumou um bamba do forte ou foi para Volta Redonda!” Simples assim. Não via, como não vejo, a menor graça em ler um “web log”.

Mesmo assim, continuo achando esse negócio de blogs algo muito interessante... Me faz lembrar da “Utopia dos Zé Manés” -- algo que li num site, há muito tempo, e sobre a qual falarei em breve. Não para falar de mim, mas para que ele fale por mim. Ou melhor, para que eu fale por meio dele! Bom, não sei se isso faz algum sentido, mas o negócio é que concebi este quase-blog para ser algo mal-humorado mesmo. Como já dizia a vó do Manoel: “O mundo é fabuloso, o ser humano é que não é legal”. Não sou diferente.

Mas, enfim, o que me motivou a voltar a escrever depois de um longo silêncio? Em primeiro lugar, foi o fato de ter lido o blog do meu amigo Caio, algo que por algum motivo, chamou-se “Não Periódico de um Vagabundo” (sic). Tisc, tisc... Poor devil. Leia, e verá o tipo de coisa que este quase-blog não pretende ser! Amigo Caio, as pessoas já o conhecem, você não precisa ficar se apresentando pelo blog. Tente algo diferente: cante ou dance!

Em segundo lugar, e mais importante, foi o meu prezado Celinho que finalmente me incentivou a postar novamente, com uma sutil ironia, algo que muito prezo: “Puxa, gostei do seu blog, ele é semestral, né?”, disse. Portanto, gostaria de homenageá-lo finalmente com uma imagem, posto que tantas vezes ele assim solicitou. Sem mais, ei-la:


enviada por Zé



02/12/2003 11:14
Pensamentos proibidos ou Ironia do dia

Medíocres queridos, este é um post que pode parecer sem sentido,
mas dadas as circunstâncias, não pode ser mais explícito do que
já é – ao menos por enquanto (huhuhohohahaha).

Quem já trabalhou ou trabalha numa empresa grande ou, no mínimo,
cuja postura administrativa segue as “tendências” modernas, sabe do que se trata essa história de Visão, Missão, Valores, Tabus, etc e tal.

Quando lerem o que segue, mantenham a palavra IRONIA em
mente. Leiam e reflitam sobre a Revolução Neolítica (isto é um link! estudem história!). hehehe Se não entenderem porra nenhuma, tudo bem, em breve falaremos mais no Boteco do Laba, um outro blog que em breve estará ativo. Teremos também a versão “from hell” desses preceitos.

Por favor, digam o que pensam sobre esse post.

Visão
Ser líder de mercado e referência em mídia eletrônica e em
rentabilidade

Missão
Ampliar ainda mais a comunidade "XX" (sigla proibida), o tempo que ela fica conosco,
as nossas receitas e a rentabilidade da empresa

Nossos Valores:
Ética: Procure fazer o que é correto com as pessoas e com o seu
trabalho.
Criatividade: Procure sempre um jeito novo e melhor de fazer as
coisas.
Agilidade: Se temos de fazer, é pra já.
Simplicidade: Vá direto ao ponto, faça as coisas de maneira
simples.
Resultado: Resultado = Meta cumprida. O que garante a nossa sobrevivência e a perpetuação de nosso negócio
Transparência: Todos sabemos onde estamos , para onde vamos e como
chegar lá.
Pessoas: O motor do "XX" (sigla proibida) são nossas pessoas, nosso grande siferencial.

Tabus
Arrogância
Mau Humor
Individualismo
Corpo Mole
Má Educação
Fofoca

enviada por Zé



24/11/2003 11:09
Segunda parte do texto

Aos meus medíocres leitores, desculpas pelo desleixo no trato deste tão querido “quase-blog”. Eis a segunda parte do meu texto. Para quem está chegando agora, esta é a continuação de um conto (digamos que seja um conto) que escrevi para a faculdade. A primeira parte está no post anterior. A terceira, breve, num medíocre perto de você. Perdoem as dores no estômago.

Os não-lugares - segunda parte
Jd. Maria Luiza – Lrgo. da Póvora – 715-M

Sentido bairro-centro:
Butantã
Serra da Costela
Av. Corifeu de A Marques
Recife
Pinheiros

Hum! Que vento gelado. Eram exatamente seis e meia da manhã. Aquele vento frio do dia que ainda não nasceu direito estava especialmente cruel. Nem precisou esperar muito e já podia tomar o seu caminho para o cursinho. Putz, quanta gente. Vai ser difícil encontrar um lugar aqui dentro. Toda manhã é assim.

Empurrou e foi empurrado por quinze minutos, moveu-se alguns metros. Ali, nem sinal do frio da manhã. Naquele horário, tinha certeza de que iria em pé o caminho todo. Com muito esforço conseguiu um espaço para apoiar os dois pés no chão. Uma vitória.

Para sua surpresa, aquele senhor sentado logo ao seu lado decidiu descer. Todos ao redor se espremeram um pouco mais para que o homem pudesse se levantar e sair. Bem, se ninguém vai se sentar, eu sento. Puxa, como aquele banco de plástico cinza, todo rabiscado de pincel atômico pode ser confortável nessas horas, não?

Meu nome é Severino,/ não tenho outro de pia./ como há muitos Severinos./ que é santo de romaria,/ deram então de me chamar/ Severino de Maria;/ como há muitos Severinos,/
Com mães chamadas Maria,/ fiquei sendo o da Maria/ do finado Zacarias./ Mas isso ainda diz pouco:/há muitos na freguesia,/ por causa de um coronel/ que se chamou Zacarias/ e que foi o mais antigo/ senhor desta sesmaria./ Como então dizer quem fala/ ora a Vossas Senhorias?/ Vejamos: é o Severino/ da Maria do Zacarias,/ lá da serra da Costela,/ limites da Paraíba.

E ficou ali, vagando pela Paraíba rumo ao Recife. Passou por povoados, viu orações para os mortos, chegou à zona da mata e nem se deu conta de que seu ponto já era o próximo. Opa, quase perco meu lugar para descer! Levantou correndo, tentando chegar à porta sem empurrar gente demais – algo inevitável – mas notou que não ia dar tempo. Vai descer, motorista! Vai descer! Com um pouco mais de paciência e alguns “delicados empurrões”, conseguiu sair daquele aperto. Algumas quadras do bairro de Pinheiros e já chegava ao seu destino. A primeira aula do dia era de física. E ele ia agüentar o professor Vicente e suas piadas repetidas. Como o cursinho é chato!
enviada por Zé



14/11/2003 15:04
Agora sim, a tal da convergência de meios

Conforme prometi, eis o texto. E, para não perder o embalo de Matrix e O Senhor dos Anéis, trata-se de uma trilogia. Aí vai.

Os Não-Lugares – Primeira parte

Jd. Maria Luiza – Lrgo. da Póvora – 715-M

Sentido centro-bairro:
Liberdade
Queens
Av. Paulista
Manhatan
Butantã

Que calor ! Era mais ou menos uma e meia, um puta sol. Depois dos habituais trinta minutos de paciente espera ali naquela ruazinha, finalmente ele poderia tomar o seu lugar. Pelo horário e localização, sempre podia escolher, e fazia questão, não se sabe bem por que, de sentar-se perto da porta. Exatamente no penúltimo banco. Seu lugar...

Em pouco tempo já estava acomodado, na medido possível. Logo ao sentar naquele banco de plástico cinza todo rabiscado de pincel atômico, até podia sentir algum conforto. Como se perdem as referências, não? Um banco de plástico cinza, um sol escaldante, uma mochila pesada nas costas, um walkman ligado no ouvido, resumindo: conforto.

A madrugada em Nova York estava fria, escura e chuvosa. A Dra. Kafka havia pedido ajuda ao Homem Aranha, pois seu mais perigoso paciente, um homem perturbado e violento que se auto intitulava Ratus, havia fugido da clínica e poderia fazer mais vitimas. O homem era um louco incontrolável. Enquanto balançava pendurado por suas teias, o Homem Aranha procurava desesperadamente por algum rastro do assassino.

Está ali! Eu sabia que ia acabar encontrando. Peguei você, Ratus! Nada de novas vítimas para sua lista. Socorro! Alguém me ajude! Chega de sangue desta vez eu acabo com... você!? Não me machuca, cara! Não me machuca, cara!

Putz, não era o Ratus! Era só um ladrãozinho qualquer... O Aranha está totalmente obcecado por isso.... De onde veio esse Ratus, mesmo? Que legal, o Homem Aranha tá mó irado com essa história! Que legal! Sorriu para si mesmo e continuou em Nova York. Magnífico, agora estou caçando sombras. Preciso voltar pra casa... Descansar. Recomeçar amanhã. Amanhã? Amanhã pode ser tarde demais.

Mas em outra parte da cidade um motorista de caminhão é pego de surpresa. O Ratus nem fala nada, pula no vidro do caminhão, agarra o homem pelo pescoço e o joga longe! Nossa! Que animal, esse cara é malvado mesmo! Que legal... Que calor, já deve ser umas duas horas. Oitenta e nove, a rádio rock! São duas e quinze e você acabou de ouvir ‘Losing My Religion’, com R.E.M. Ah, que saco essa música! Eles bem que podiam tocar mais heavy metal, né? Nossa, que trânsito! Hoje eu não chego em casa.

Que calor... Peter Parker não consegue nem dormir a noite toda. Na manhã seguinte ele vai com sua esposa, Mary Jane, e com sua tia May ao cemitério. Seus rostos não escondem o pesar, eles foram visitar os túmulos dos pais de Peter. Richard era um menino especial... Como Peter! Puxa, a pobre tia May está super triste. Era uma manhã ensolarada em Nova York, mas o Homem Aranha continuava obcecado por capturar o Ratus antes que ele fizesse mais vítimas.

Olhou pela janela e reparou em alguém. Em meio àquela multidão de rostos, roupas, memórias e pressas, ele olha para aquele executivo de terno. O homem, com uns 35 anos talvez, esperava nada paciente o sinal de pedestres ficar verde. Terno escuro, exatamente igual a todos os outros. Ele sim tá com calor, eu de camiseta estou derretendo, imagina aquele cara. Concordou com a cabeça como se conversasse com alguém. Olhou para o outro lado. Uma mulher gorda, segurando uma bolsa, olhava pela mesma janela mas parecia não estar naquele lugar. Nem ao seu lado, nem na calçada. Ele abaixou o olhar desinteressado. Voltou para Nova York, para o Homem Aranha e sua luta contra o crime. Cochilou.

Que calor louco... Opa, já estou chegado. Esse é o lugar onde eu desço. Pegou sua mochila. Nos ouvidos, Metallica no último volume. “Take a look to de sky just berofe you die, it´s the last time you will!”. Andou algumas quadras e chegou ao seu lugar. Sua casa.

Fim da primeira parte
enviada por Zé



14/11/2003 14:47
Esclarecimentos

Queridos leitores, recebi alguns comentários relativos ao visual do meu quase-blog, e gostaria de explicar algumas questões.

1) Vão à merda com esse papo de ilustrações e figuras! (notem a ocorrência de crase)

2) Sei que a template é tosca e simples. Foi por isso que a escolhi. Mas vou dar um tapa nela assim que possível. Já há, inclusive, leitores dispostos a contribuir com essa tarefa.
Tudo a seu tempo.

Agradecimentos à minha priminha Nívea e à Laura Judith.
E que se fodam o Laba e o Celinho!

Grato,


enviada por Zé



12/11/2003 10:19
Convergência de meios é o cara....!!!

Outro dia meu professor de Teoria do Jornalismo tava falando de uma “tendência” das empresas de comunicação, a tal da “convergência de meios”, ou “multimídia”, essas merdas.

Cara, como eu odeio esse papo de “tendência”! Aliás, se me permite o desabafo: já reparou como as empresas estão cada vez mais nojentas? Tipo, de uns tempos pra cá eles chamam o funcionário de colaborador. Ah! Vai cagar no mato! Tendência é o caralho!! Mas isso fica para outro post. (Olha, já estou prometendo posts! hahahahahah Falou, né? É claro que eu vou esquecer da promessa, mas tá limpo...)

Mas então, eu falava da “tendência” de convergência de meios. A idéia é muito simples, basta pegar um mesmo trabalhador e fazê-lo trampar com várias mídias. Ou ainda, abordar o mesmo tema com várias mídias.... Tipo eu, assim: escrevo nos 30 mil sites do portal do cachorro e ainda tenho que tirar fotos, fazer reportagem em vídeo e o caralho a quatro. Legal, né? Pro patrão, claro!

Mas tudo bem, não quero ficar reclamando. A verdade é que eu também vou usar a tal da convergência de meios! hehehehehe Saca só:

Já que eu não tenho mais nada de bom pra postar e, provavelmente, nunca terei, vou colocar aqui um texto que fiz pra facul. Mas como o Laba pediu para encurtar meus posts, vou separar o texto em partes. Acho que são três, mas sei lá.

É doidera, não adianta levar a sério. Lê aí... Hum... ou será que é melhor colocar em um post separado? Ah, sei lá! Depois eu vejo isso....

enviada por Zé



10/11/2003 11:32

Então...

Estava cá pensando. Pensando sobre o que postar no meu “quase-blog” (digamos que seja com hífen) e não cheguei a nenhuma conclusão! Aliás, aos meus 2 ou 3 leitores, aqueles que têm capacidade sobre-humana (é com hífen?) de escrever cousas em seus blogs, deixo uma pergunta: como escrever tantas bobagens e ainda assim ter certeza de que se está sendo super original e espontâneo ?

Por favor, não se ofendam. Sei que esse negócio todo de blogs é um exercício diário de escritura de mediocridades, exatamente como essas que posto agora. E digo, há muitas mediocridades bacanas por aí, não se sintam desestimulados com meu mau-humor (é com hífen?)(hífen é com “n”? Ó deus!).

Pois bem, as pessoas cobravam que esse Qualquer colocasse mais do que os "bla, bla, blas" abaixo, e até que eu queria escrever mais... Eis que outro dia, não sei exatamente quando, TIVE UMA PUTA IDÉIA -- daquelas mesmo! algo super legal! -- Não era nem sobre o TIM Festival, nem sobre o Rio, nem sobre os não-lugares (esse é com hífen!), nem sobre a sociedade de controle, nem sobre qualquer joguinho de computador, nem sobre música, nem sobre a merda do Matrix Revoluitons (que é uma merda mesmo!), nem sobre RPG (meu saudoso hobby preferido), nem sobre qualquer coisa de nerd, nem sobre nada da facul, nem sobre porra nenhuma do iG! Era algo LEGAL, juro! Mas daí me fugiu...

E aqui estou eu, e nada mais sou do que tu... Com minha criatividade tão medíocre quanto a de todos, mas com minha dislexia acima da média e com uma memória cada dia mais precária...

Aliás, "precário" é uma boa palavra, né? Difícil, minguado, estreito, escasso, raro, pouco, insuficiente, incerto, inconsistente, claudicante, delicado, débil... Débil como minha memória... hehehe mór legal! Alguém tem um cigarro?
enviada por Zé



19/10/2003 16:03
Alou? Teste! Alou?

Oi, esté é o Zé Qualqué - Medíocre como você

Bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla.
enviada por Zé






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